quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Idosa leva susto após acordar e ver animal exótico acariciando seu rosto

Uma idosa de 99 anos, que vive em Miami (Estados Unidos) levou um grande susto após acordar e notar que um jupará-fêmea (Potos flavus), também conhecido como kinkajou, estava fazendo carinho em seu rosto. O caso aconteceu na noite da última segunda-feira (25).

De acordo com um canal KTLA 5 - afiliado da rede ABC -, a mulher, que não teve o nome divulgado, inicialmente acreditou que se tratava de um gato. Assim que notou que o animal não era um bichano, ela deu um grito e se afastou dele.

Cathy Moghari, que é amiga da família da idosa, foi até a residência ajudar. Segundo a emissora WPLG, da CNN, a mulher tem experiência com animais exóticos e, por isso, reconheceu qual era a sua espécie.

O animal, que geralmente é encontrado em regiões do México e ao nordeste do Brasil, foi levado para o South Dade Avian and Exotical Animal Medical Center, onde recebeu cuidados.

Após a repercussão do caso na imprensa local, o dono do animal, Ray Fernandez, se apresentou para buscar seu exótico bicho de estimação. Segundo ele, o jupará-fêmea, que se chama Banana, havia fugido de casa e foi parar mais longe do que ele esperava.

As informações são da Rede TV!

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Mulher perde 60 quilos após começar a ter relações íntimas três vezes ao dia

A britânica Dawn Chappell, de 39 anos de idade, conseguiu perder 60 quilos após aderir à 'técnica' de ter relações sexuais três vezes ao dia, durante dois anos.

Down conheceu seu parceiro Russ Beach no ano de 2013, quando ainda pesava 140 quilos. Segundo o site "Daily Mirror", a moça disse que as 'sessões' de sexo durante o dia foram imprescindíveis para sua perda de peso. "Demorei muitos anos para conseguir perder peso de verdade. Só agora deu certo", afirmou.


Hoje, pesando cerca e 75 quilos, Down disse que o apoio emocional do parceiro também fez toda a diferença, já que ele sempre afirmou que o que realmente é o interior de cada pessoa. "Nós chamamos isso 'sexercício' e graças à ele eu perdi quase 50 quilos em apenas seis meses. Com certeza é muito mais divertido do que ficar contando calorias durante o dia", finalizou.

As informações são da Rede TV!


terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Em Porto Rico, corpo de homem é velado como se estivesse jogando pôquer

Até no velório Martínez foi para a mesa de jogo
A crescente moda de velórios extravagantes em Porto Rico ganhou mais um caso nesta segunda-feira, com o de um homem que foi embalsamado e colocado em torno de uma mesa como se estivesse jogando pôquer.

José Meléndez, dono da Funerária Eterna Luz, da cidade de Barceloneta, disse à Agência Efe que o pedido para o incomum velório foi feito pelo pai de Henry Rosario Martínez, que quis homenagear desta maneira o filho, fanático pelo jogo.

"É a primeira vez que fazemos isto aqui, mas encaramos como algo normal, porque já fizeram estas coisas em outros lugares da ilha", disse Meléndez em relação à moda em Porto Rico de embalsamar e colocar os corpos como se estivessem realizando alguma atividade cotidiana.

Rosario Martínez faleceu "intoxicado por medicamentos", segundo o empresário, que descartou a hipótese de suicídio.

O extravagante velório de Rosario Martínez se soma a outros realizados de forma curiosa em Porto Rico desde 2008, quando Ángel Pantoja Medina, de 24 anos, foi velado de pé na sala de sua casa, em San Juan.

Desde então, houve quem fosse velado em cima de uma moto, dirigindo uma ambulância ou um taxi, vestido como Che Guevara, dentro de um ringue de boxe, sentado em uma cadeira de balanço oucom a roupa do super-herói Lanterna Verde.


Outro caso recente de "morto parado" (como se chama popularmente este costume na ilha) aconteceu em outubro do ano passado, quando o corpor de Jomar Aguayo Collazo foi velado como se estivesse jogando dominó e tomando uma cerveja em um bar de San Juan.

As informações são do UOL

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Homem flagra lagarto enorme em parede de casa na Austrália

Eric Holland, morador de Thurgoona, em Nova Gales do Sul (Austrália), ficou surpreso ao encontrar um lagarto de 1,5 metro de comprimento em uma das paredes de sua casa.

Segundo informações do Sydney Morning Herald, Eric estava arrumando alguns detalhes em sua residência quando viu o animal passar correndo pelo seu quintal.
Ao sair para entender do que se tratava, o australiano viu a criatura em uma das paredes. "Foi uma grande surpresa", disse Eric, que ainda afirmou que nunca tinha visto nada igual em 18 anos como morador do local.


"Às vezes tem alguns lagartos de língua azul no meu quintal, mas nada comparado com isso", concluiu. O réptil foi embora momentos depois da foto ter sido tirada pelo homem.

As informações são da Rede TV!

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

"Fui ao meu próprio velório pra provar que estava vivo"

Eu estava lavando carros no centro da cidade quando um conhecido me parou na rua. “Rapaz, corre tua casa. Estão te velando lá, achando que você morreu!”. Ôxe, se eu estava ali, comopra podiam estar fazendo meu velório? Liguei para minha família e uma sobrinha atendeu. Assim que falei que era eu, ela desligou na minha cara. O jeito era ir até lá para mostrar que eu estava vivo, gente!

Tive de acalmar o pessoal: pensaram que eu era um fantasma

Quando cheguei na casa da minha mãe, tinha um caixão no meio da sala, gente chorando em volta e toda uma tristeza no desmaiar e um bando de gente sair correndo, achando que eu era um fantasma. Até eu fiquei assustado!

Quando olhei dentro do caixão, foi minha vez de ficar impressionado: o defunto era igualzinho a mim. Cheguei a me perguntar se era eu mesmo ali dentro! Mas depois fiquei tranquilo. Se eu estava vivo, é porque aquele ali era outro.

Aí, tratei de acalmar minha família. Despertamos minha ex-mulher, abracei todo mundo e fiquei esperando minha mãe chegar. Ela estava no cemitério, acertando os detalhes do meu sepultamento. Quando voltou, a pobre nem conseguia acreditar que eu continuava vivinho da silva. Me abraçou cheia de alegria! Depois, a polícia apareceu e levou meu sósia! Essa confusão toda só aconteceu porque eu não via minha família havia uns quatro meses. Tinha saído de casa para viver minha vida e passei a trabalhar lavando carros para me bancar e ajudar a sustentar meus dois filhos, com quem nunca cheguei a perder contato.

Depois desse tempão sem falar comigo, minha mãe e meus irmãos acreditaram quando um conhecido avisou para eles que eu tinha morrido num tiroteio. Então, foram até o IML (Instituto Médico Legal) e reconheceram o corpo. Não era pra menos: o cara tinha a minha altura, a minha cor, o meu corte de cabelo, a mesma barbicha e até os dentes da frente faltando, igualzinho a mim!

Apesar do sofrimento geral, essa história teve seu lado positivo: vendo como todos se angustiaram pela minha morte, percebi o quanto minha família me amava e decidi voltar para a casa da minha mãe. Estamos mais unidos do que nunca. Tenho a impressão de que morri e revivi para ter uma chance de me redimir pela minha ausência nos últimos meses.

Agora tenho que provar para a Justiça que estou vivo


Como perdi minha carteira com meus documentos no mês passado, tudo o que tenho hoje é a certidão de nascimento e a de óbito. Então, agora preciso convencer a Justiça de que estou vivo. Assim, anulo o óbito e posso refazer meu RG e CPF. Mas não reclamo; antes isso do que estar naquele caixão como o tal defunto, que já foi identificado e enterrado. - GILBERTO ARAÚJO, 41 anos, lavador de carros, Alagoinhas, BA.

As informações são da Revista Sou Mais Eu

Funerária oferece cadáver de outra pessoa após perder o defunto original

Uma família do Texas, nos Estados Unidos, está processando uma funerária da cidade por perder o cadáver de um parente antes do velório. Para piorar a situação, o estabelecimento, que confessou ter perdido o corpo, ofereceu o cadáver de outra pessoa, inclusive vestindo as roupas do outro, para fazer o sepultamento até que o original fosse encontrado.


Como desculpa, a funerária disse que o corpo de Jose Perez foi movido para outro local sem que eles soubesse. Após todo o constrangimento, a empresa decidiu ir em busca do cadáver e o encontrou em outra funerária. A família de Perez entrou na Justiça e acusa o local de negligência. Segundo o jornal local My Santo Antonio, os parentes pedem uma indenização de até US$ 1 milhão.

As informações são do Correio Braziliense

Maior família do Reino Unido anuncia que terá o seu 19º bebê

Os pais da maior família do Reino Unido anunciaram nesta terça-feira (19) que estão esperando o bebê número 19. Sue, 40, e Noel, 45, são donos de uma padaria na cidade britânica de Morecambe e disseram anteriormente que não teriam mais filhos após o nascimento do 18º bebê, a pequena Hallie, que nasceu em junho do ano passado.

"Ele veio como uma grande surpresa. Estávamos inflexíveis sobre não ter mais filhos. Mas é um brilhante começo para o novo ano.", disse Sue ao jornal "The Sun".

Os casal teve o primeiro filho quando Sue tinha 14 anos --hoje Chris tem 25 anos. Eles ainda são pais de Sophie, 21, Chloe, 19, Jack, 17, Daniel, 15, Luke, 14, Millie, 13, Katie, 12, James, 11, Ellie, 9, Aimee, 8, Josh, 7, Max, 6, Tilly, 4, Oscar, 3, Casper, 2 e Hallie, que tem 8 meses (um dos bebês, Alfie, nasceu morto em julho de 2014). Eles ainda são avós de três crianças.

O novo bebê deve nascer em julho.

A família, que já apareceu em uma série de TV, não recebe nenhum tipo de benefício do governo para ajudar a bancar os filhos. O casal afirma que gasta 300 libras (cerca de R$ 1730) por semana com alimentação, e estima gastar 30 mil libras por ano (cerca de R$ 172 mil), incluindo presentes de 100 libras (R$ 176) para cada filho no aniversário e até 250 (R$ 1.400) libras no Natal.

O grupo consome por semana pelo menos 71 litros de leite, 14 caixas de cereais e 28 rolos de papel higiênico.


As informações são do UOL

Especialista identifica 'peixe com pés' parecido com criatura alienígena

Um espécime negro de um peixe-sapo cabeludo (Antennarius striatus) chegou a ser comparado a uma criatura alienígena ao ser capturado em águas rasas na região de Northland, na Nova Zelândia. O peixe chamou atenção de banhistas por parecer ter "pés".

O peixe de aparência mutante foi capturado vivo, mas morreu pouco depois. A espécie acabou identificada pelo especialista Andrew Stewart, do museu nacional Te Papa Tongarewa, após o pesquisador analisar amostras de seu tecido.


O espécime foi enviado para o museu por Glenys Howse. Segundo o especialista Andrew Stewart, o peixe tem uma cor bastante incomum para a espécie.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Juiz de Florianópolis diz em despacho que autor estava dando "migué" e reclama: "fiquei triste"

Juiz Vilson Fontana
A decisão de um juiz de Florianópolis repercute nas redes sociais pela forma como ele se posicionou diante da ação. Vilson Fontana, titular do 2º Juizado Especial Cível da Capital, ao julgar o processo de perdas e danos de um homem contra uma empresa de venda pela internet, afirmou que o autor da ação "tentou dar um 'migué'" no juiz.

De acordo com a decisão, o homem que entrou com o processo requeria indenização pela compra de um produto. No entanto, o juiz afirma que a ação foi iniciada em 18 de agosto de 2015, mesmo que o produto tenha sido comprado em novembro de 2012.

Fontana afirma que o autor alegou que "inúmeras vezes tentou amigavelmente resolver o problema".

— Mas, onde está a prova? Ou onde isso foi alegado na inicial? — questionou o juiz.

O juiz seguiu a decisão afirmando que em um dos itens do processo "consta que o autor simplesmente não tem mais interesse na manutenção do produto (isso 02 anos e meio após o uso) e quer a rescisão do contrato".

Diante disso, ele conclui:

— Confesso que fiquei triste com este processo, com o autor, com os advogados, com o Judiciário, com o Sistema e comigo mesmo. Numa sexta-feira à tarde, 16 horas, Janeiro, sol forte lá fora, pergunto se mereço realmente estar "julgando" este processo. Acho que não.
Procurado pela reportagem do Diário Catarinense na tarde desta quarta-feira, o juiz Vilson Fontana afirmou que a utilização de palavras mais simples é igualmente aceita em decisões judiciais. Disse também que muitas de suas sentenças costumam apresentar esse tipo de linguagem.

— Isso se chama multiculturalismo. Não é apenas a linguagem formal que pode ser usada nas decisões. Essas palavras do dia a dia podem vir para dentro do processo — afirmou.

Questionado sobre a complexidade dos termos normalmente usados em sentenças judiciais, o magistrado disse:

— A linguagem (usada no Judiciário) é muito complicada. Somos um juizado especial, de pequenas causas, por isso é ainda mais importante o uso de palavras mais simplórias.


Sobre o caso da sentença expedida em 15 de janeiro, o juiz afirmou que o réu (empresa que vendeu o telefone pela internet) havia contestado a falta de queixas dentro do prazo legal de 90 dias e que esse fato não foi respondido pelo reclamante. Essa teria sido uma das razões para o uso do termo "migué".

Notícia publicada no Clic RBS em 20 de janeiro de 2016