sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Funerária oferece cadáver de outra pessoa após perder o defunto original

Uma família do Texas, nos Estados Unidos, está processando uma funerária da cidade por perder o cadáver de um parente antes do velório. Para piorar a situação, o estabelecimento, que confessou ter perdido o corpo, ofereceu o cadáver de outra pessoa, inclusive vestindo as roupas do outro, para fazer o sepultamento até que o original fosse encontrado.


Como desculpa, a funerária disse que o corpo de Jose Perez foi movido para outro local sem que eles soubesse. Após todo o constrangimento, a empresa decidiu ir em busca do cadáver e o encontrou em outra funerária. A família de Perez entrou na Justiça e acusa o local de negligência. Segundo o jornal local My Santo Antonio, os parentes pedem uma indenização de até US$ 1 milhão.

As informações são do Correio Braziliense

Maior família do Reino Unido anuncia que terá o seu 19º bebê

Os pais da maior família do Reino Unido anunciaram nesta terça-feira (19) que estão esperando o bebê número 19. Sue, 40, e Noel, 45, são donos de uma padaria na cidade britânica de Morecambe e disseram anteriormente que não teriam mais filhos após o nascimento do 18º bebê, a pequena Hallie, que nasceu em junho do ano passado.

"Ele veio como uma grande surpresa. Estávamos inflexíveis sobre não ter mais filhos. Mas é um brilhante começo para o novo ano.", disse Sue ao jornal "The Sun".

Os casal teve o primeiro filho quando Sue tinha 14 anos --hoje Chris tem 25 anos. Eles ainda são pais de Sophie, 21, Chloe, 19, Jack, 17, Daniel, 15, Luke, 14, Millie, 13, Katie, 12, James, 11, Ellie, 9, Aimee, 8, Josh, 7, Max, 6, Tilly, 4, Oscar, 3, Casper, 2 e Hallie, que tem 8 meses (um dos bebês, Alfie, nasceu morto em julho de 2014). Eles ainda são avós de três crianças.

O novo bebê deve nascer em julho.

A família, que já apareceu em uma série de TV, não recebe nenhum tipo de benefício do governo para ajudar a bancar os filhos. O casal afirma que gasta 300 libras (cerca de R$ 1730) por semana com alimentação, e estima gastar 30 mil libras por ano (cerca de R$ 172 mil), incluindo presentes de 100 libras (R$ 176) para cada filho no aniversário e até 250 (R$ 1.400) libras no Natal.

O grupo consome por semana pelo menos 71 litros de leite, 14 caixas de cereais e 28 rolos de papel higiênico.


As informações são do UOL

Especialista identifica 'peixe com pés' parecido com criatura alienígena

Um espécime negro de um peixe-sapo cabeludo (Antennarius striatus) chegou a ser comparado a uma criatura alienígena ao ser capturado em águas rasas na região de Northland, na Nova Zelândia. O peixe chamou atenção de banhistas por parecer ter "pés".

O peixe de aparência mutante foi capturado vivo, mas morreu pouco depois. A espécie acabou identificada pelo especialista Andrew Stewart, do museu nacional Te Papa Tongarewa, após o pesquisador analisar amostras de seu tecido.


O espécime foi enviado para o museu por Glenys Howse. Segundo o especialista Andrew Stewart, o peixe tem uma cor bastante incomum para a espécie.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Juiz de Florianópolis diz em despacho que autor estava dando "migué" e reclama: "fiquei triste"

Juiz Vilson Fontana
A decisão de um juiz de Florianópolis repercute nas redes sociais pela forma como ele se posicionou diante da ação. Vilson Fontana, titular do 2º Juizado Especial Cível da Capital, ao julgar o processo de perdas e danos de um homem contra uma empresa de venda pela internet, afirmou que o autor da ação "tentou dar um 'migué'" no juiz.

De acordo com a decisão, o homem que entrou com o processo requeria indenização pela compra de um produto. No entanto, o juiz afirma que a ação foi iniciada em 18 de agosto de 2015, mesmo que o produto tenha sido comprado em novembro de 2012.

Fontana afirma que o autor alegou que "inúmeras vezes tentou amigavelmente resolver o problema".

— Mas, onde está a prova? Ou onde isso foi alegado na inicial? — questionou o juiz.

O juiz seguiu a decisão afirmando que em um dos itens do processo "consta que o autor simplesmente não tem mais interesse na manutenção do produto (isso 02 anos e meio após o uso) e quer a rescisão do contrato".

Diante disso, ele conclui:

— Confesso que fiquei triste com este processo, com o autor, com os advogados, com o Judiciário, com o Sistema e comigo mesmo. Numa sexta-feira à tarde, 16 horas, Janeiro, sol forte lá fora, pergunto se mereço realmente estar "julgando" este processo. Acho que não.
Procurado pela reportagem do Diário Catarinense na tarde desta quarta-feira, o juiz Vilson Fontana afirmou que a utilização de palavras mais simples é igualmente aceita em decisões judiciais. Disse também que muitas de suas sentenças costumam apresentar esse tipo de linguagem.

— Isso se chama multiculturalismo. Não é apenas a linguagem formal que pode ser usada nas decisões. Essas palavras do dia a dia podem vir para dentro do processo — afirmou.

Questionado sobre a complexidade dos termos normalmente usados em sentenças judiciais, o magistrado disse:

— A linguagem (usada no Judiciário) é muito complicada. Somos um juizado especial, de pequenas causas, por isso é ainda mais importante o uso de palavras mais simplórias.


Sobre o caso da sentença expedida em 15 de janeiro, o juiz afirmou que o réu (empresa que vendeu o telefone pela internet) havia contestado a falta de queixas dentro do prazo legal de 90 dias e que esse fato não foi respondido pelo reclamante. Essa teria sido uma das razões para o uso do termo "migué".

Notícia publicada no Clic RBS em 20 de janeiro de 2016